Na lista dos impactos causados pelo El Niño, a maçã aparece como uma das culturas mais afetadas. O fenômeno causou excesso de chuva, prejudicando uma parte significativa do ciclo de desenvolvimento e resultando em frutas menores na colheita em andamento.
Considerando todo o RS, o presidente da Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), José Sozo, estima que a produção tenha um recuo de 6% a 10%, ficando entre 450 mil e 470 mil toneladas.

“Não será uma grande safra. Houve muita chuva na época da florada. Ficamos preocupados, pois a chuva derrubava as flores e as abelhas não trabalhavam. Felizmente, houve outras florações mais tarde, o que nos permitirá ter de três a quatro passadas de colheita (contra duas a três em anos normais). Isso foi o que nos salvou”, relata Sozo.
Além da colheita tardia e do impacto na produtividade, Sozo cita como outro desafio da safra o custo mais alto de produção.
A produção gaúcha, somada à de Santa Catarina, representa 98% da produção nacional.
Fonte: Gaúcha ZH.
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