Sempre numa eleição, não se foge à guerra de boatos. Só que em meio a tanta conversa mole, verdades podem passar despercebidas. Tem que ter cuidado e buscar as fontes corretas.
Temos acompanhado tudo de perto, porém as coisas também podem fugir à nossa alçada. Sobre a candidatura do Renato Corteline (Gambá). Uns dizem que ele pode, outros, que não pode. E por quê?

Bem, é que houve uma contradição da lei. Sobre as eleições suplementares há o seguinte: “Quem deu causa à eleição suplementar, não poderá concorrer”. Ou seja, o causador, o pivô, o responsável por tudo isso, estaria fora da eleição. No caso em tela, o nosso Gambá, pois a chapa da UPA era una.
Mas, porém, contudo, todavia, a própria Justiça determinou que o candidato está livre. Que seus direitos não foram cassados. Logo, entendemos que não existe liberdade meia boca. O sujeito ficar livre para só concorrer em determinada época, determinado pleito.
Assim, o grande imbróglio judicial quem tem que resolver é a própria Justiça, mas sem jamais causar prejuízo ao candidato, ainda mais quem é dono de seus plenos direitos políticos.