São elas: Thalia Karlinski Cargnelutti, de 26 anos, e Carlise Karlinski Cargnelutti, de 41 anos. Thalia, diabética desde os 10 anos, enfrentou a perda funcional de seus rins ao longo dos anos, necessitando de hemodiálise a partir de junho de 2023.
Sua irmã, Carlise, ofereceu-se como doadora ao saber da necessidade de Thalia, após confirmação de compatibilidade. (F: Repórter Janio Fernandes)
O procedimento foi realizado pelo SUS.
A médica nefrologista Helena Martins Balbé, do HCI, explicou: ao doar um rim em vida, o doador torna-se um paciente renal crônico, enquanto o receptor recebe medicamentos imunossupressores para evitar a rejeição.
As funções renais do doador vivo podem ser realizadas de forma normal por um único rim. Mas, como ele fica com um único órgão, precisa de acompanhamento contínuo do nefrologista.
Ambas as irmãs deram alta alguns dias após o transplante, com sucesso no procedimento e pós-operatório.
Thalia expressou gratidão pela rápida recuperação e pelo apoio da equipe médica do HCI.
A equipe responsável pelo transplante incluiu os médicos nefrologistas Douglas Prestes Uggeri e Helena Balbé, cirurgiões vasculares e urologistas.



