Ela vai assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, sucedendo Alexandre de Moraes e vai liderar as eleições deste ano no país.
O novo presidente é escolhido em uma eleição interna, marcada para 7 de maio, quando os ministros votam em segredo. Cármen Lúcia vai comandar o TSE por dois anos.
Em uma reunião com os presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais, ela destacou a importância da Justiça Eleitoral e das novas regras para as eleições municipais.
O TSE tem implementado medidas para combater notícias falsas e discursos que possam prejudicar as eleições, como a criação do Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia.
A ministra defendeu também que o “imenso processo democrático” que o pleito representa requer “intenso trabalho” de todas as instâncias da Justiça Eleitoral.



