A Justiça deu decisão liminar aceitando o argumento dos professores de que o direito à greve é previsto na Constituição, já que o governo estava fazendo ameaças de cortar o ponto. Por meio da assessoria, Sartori afirmou que não faria avaliação da liminar. A posição oficial é que “para o governo, o importante é a recuperação das aulas”. Nesta quinta há novo debate sobre as propostas da classe. (Fonte: Zero Hora)


