SÃO FRANCISCO – O juiz Luis Filipe Lemos de Almeida determinou em caráter liminar a pedido da Cooperativa Assisense, o despejo da Cotrijui que ocupava 3 armazéns da antiga cooperativa, na rua 13 de Janeiro, entrada principal da cidade. Na decisão o juiz levou em consideração a insegurança dos produtores em entregar para Cotrijui e o não cumprimento do contrato (falta de pagamento). Depois do despejo, todos os armazéns começaram a receber grãos e já estão lotados, permanecendo a falta de local para armazenagem.
OAB entra no caso
Já o dr. Jari Spig, presidente da OAB, foi além nas preocupações e pediu numa reunião com o prefeito Horácio, para que este requisite em caráter emergencial outros dois armazéns (de grande porte) que também estão em poder da Cotrijui, amparando assim aos produtores que não têm onde entregar a soja. Pelo prefeito foi dito que aceitava a sugestão, porém mais tarde notificou-o que não é o momento para uma decisão dessa envergadura.


