A Câmara fez uma audiência para debater o funcionamento das lojas de conveniências. Todos opinaram e decidiu-se que o debate seguirá com novas reuniões até que se chegue a um acordo. Os donos de postos demonstraram preocupação com a segurança e o risco que a aglomeração causa, mas foram contra o fechamento das conveniências, pois não resolve o problema. “São raros os casos de alguém que compra bebida nas conveniências. Eles trazem de casa. E se fecharmos as lojas e os postos, os jovens vão continuar lá”, dizem.
O delegado Cairo Ribeiro disse que os jovens precisam se conscientizar para não dirigirem depois de beber. E sugeriu que as conveniências não vendam bebidas alcoólicas depois da meia-noite. Já o capitão Rafael, dos bombeiros, falou que beber perto das bombas não combina e que em outras cidades existem leis que permite vender, mas não pode beber dentro dos postos. O vereador Décio Loureiro afirmou que a venda de bebida nas conveniências é muito baixa. “Quem vai lá, leva de casa. O fechamento levará os jovens para cidades vizinhas. E com isso aumentará o risco de acidentes nas estradas”.


