Duas santiaguenses estão com esse problema
O acompanhamento médico que as gestantes devem ter pode evitar o aborto espontâneo: muitas mulheres não sabem que têm a tal doença do “colo curto”. Graças a esse acompanhamento médico que as irmãs Cristina (proprietária do CNA – foto) e Andriele Cardoso (funcionária da URI) poderão ser mães. As duas estão hospitalizadas há dois meses em Santa Maria, para uma cirurgia por causa da doença, que prejudica a continuidade da gravidez.
O obstetra Paulo Afonso Beltrame diz que, com o problema, o útero não consegue se manter fechado com o peso da gravidez, ocorrendo uma dilatação prematura, o que pode levar ao aborto com três ou quatro meses de gestação. Na cirurgia, o colo do útero é costurado.
Cristina, que está grávida de sete meses, descobriu o problema tarde (25 semanas). Por isso, a cirurgia dela foi delicada. Sabendo do caso, Andrieli, que já tem um filho, estava grávida de três meses e procurou o médico, descobrindo que também tinha o colo curto. Conforme o dr. Beltrame, não são todas que têm o colo curto que precisam de cirurgia. Em alguns casos, basta o repouso. (Fonte: G1)


