Quase 10 anos depois, a cooperativa Assisense voltou a ser tema de debate na câmara. Os vereadores querem que a presidente Iza Jornada explique qual a real situação da entidade. O assunto veio com o rompimento do contrato com a Cotrijuí e o aluguel dos armazéns para BC Cereais.
Dívidas milionárias – Dezenas de processos se arrastam na justiça e, se fossem executados reduziriam o patrimônio da cooperativa a nada. Há pouco, o advogado Juliano Bernardi conseguiu reverter mais de 5 milhões somente num processo. Conforme o contrato de trabalho, ele teria direito a receber 2 milhões e 700 mil por ter atuado em diversos processos, mas fez um acordo reduzindo para 1 milhão e 250 mil parcelados até 2018.


