Ele é natural de Florianópolis e é conhecido como “Pirata”. Ele tem mais de 150 mil seguidores em uma rede social. Até junho ele ocupava um cargo comissionado na comunicação da Secretaria de Segurança do Estado. A justiça decretou a prisão preventiva por suspeita de estupro, que ele teria cometido em sua agência, em Gravataí. Ele não foi localizado.
Relato da vítima
No dia do suposto crime, a mulher relatou que ele a chamou para sua agência, onde faria uma entrevista de emprego para produção de conteúdos de rede social. A mulher conta que ele a recebeu em uma sala reservada e sugeriu que os dois bebessem para comemorar a contratação. Num primeiro momento, ele trouxe latas de “ice”, que foram bebidas.
“A vítima tomou a primeira, foi ao banheiro e quando retornou a lata estava em local diverso ao que a vítima tinha deixado. A vítima estranhou a situação. Ele seguia insistindo que ela bebesse, dessa vez, uísque. Depois, retirou a arma de cintura e colocou em cima da mesa. Em seguida, o suspeito teria beijado a vítima a força e tocado nas partes íntimas.
Na sequência, a vítima disse que conseguiu entrar no banheiro e sair da sala, mas Pirata a levou até o local onde ela trabalhava. Após o crime continuou recebendo mensagens e ligações do suspeito.
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