Novo Hamburgo – A comerciante Priscila Diniz foi morta a tiros em frente ao restaurante da família do marido. A polícia inicialmente tratou o crime como latrocínio, mas novas evidências a levaram a considerá-lo um homicídio. A polícia prendeu o marido de Priscila, Jonas Diniz da Silva, e a sogra, Terezinha Diniz da Silva, sob suspeita de envolvimento no assassinato.
Relações familiares tensas
Pessoas próximas relataram que a sogra frequentemente maltratava Priscila e que o ambiente familiar se mantinha tenso, com constantes intervenções dela na dinâmica do casal. Priscila teria confidenciado a amigos que se sentia insegura em relação ao próprio sustento e que não recebia remuneração adequada pelo trabalho no restaurante da família do marido.
Investigação e prisão dos suspeitos
A Polícia Civil conduz a investigação sob sigilo e prendeu Jonas e Terezinha para garantir a efetividade da apuração. A polícia deteu um terceiro suspeito em Santa Catarina. A defesa dos acusados afirma que as prisões são temporárias e que ainda não há provas cabais contra eles. (GZH)
O que diz uma vizinha
“Ela sempre demonstrava alegria, cumprimentava a todos e aparentava estar sempre sorridente. Só que nos últimos meses, a gente começou a perceber que ela não estava bem. Ela estava sempre no celular, roendo as unhas, aparentava estar nervosa”, analisa a vizinha, que conta que moravam na mesma casa Priscila, o marido, a sogra e os quatro filhos de Jonas, frutos de outro relacionamento dele.
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