Em seu blog, o escritor Froilam Oliveira fez um alerta quanto a durabilidade do asfalto em Santiago:
Em sua última vinda a Santiago, tio Protásio me falou o que aconteceu com o asfalto colocado sobre o paralelepípedo em Viamão. Nos primeiros seis meses, a camada começa a ter minúsculas rachaduras (o que já pode ser observado em algumas de nossas ruas). Na fase seguinte, o asfalto rachado se esboroa, abrindo “crateras”. Esse tipo de buraco é menos prejudicial ao tráfego de automóvel em razão da pouca profundidade do calçamento anterior. Depois de aberta a camada de asfalto, a fragmentação se alarga num processo entrópico de difícil controle. Espero que essa rápida deterioração não aconteça em Santiago, levando asfalto, trabalho e dinheiro sarjeta abaixo.


