A Polícia Rodoviária Federal um sujeito de 46 anos que era procurado pela Justiça. A abordagem ocorreu após os agentes desconfiarem de um veículo que evitava os postos de fiscalização. O indivíduo, natural de Cuiabá (MT), foi identificado. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por acusações de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, ameaça ao livre exercício dos poderes, entre outros.
Líder da “máfia do pix”
Rubem Abdalla Barroso Júnior é apontado como líder da “máfia do pix”, um grupo que arrecadava fundos para apoiar manifestantes em acampamentos golpistas. Ele já havia sido preso em 8 de janeiro de 2023, mas foi liberado e se refugiou no Uruguai. Recentemente, retornou ao Brasil alegando que estava comprando uma geladeira. O mandado de prisão inclui acusações de terrorismo, ameaça, dano qualificado, associação criminosa armada e pichação.
Procedimentos
Após a prisão, ele foi encaminhado à polícia civil e será transferido para um presídio. O veículo em que estava foi apreendido devido ao licenciamento vencido. O uruguaio que o acompanhava foi liberado. (Reportagem: Marcelo Ribeiro – Caderno 7.)
RELEMBRE
Rubem Abdalla Barroso Júnior foi abordado por policiais em Macapá em 2013, enquanto dirigia embriagado e desobedeceu às ordens da barreira policial. Na perseguição, recusou o teste do bafômetro, mas foi identificado com claros sinais de embriaguez e acabou condenado. Abdalla, com antecedentes criminais, havia cumprido pena e retornou à prisão em 2018. Em novembro de 2022, ele se juntou ao acampamento golpista em Brasília, onde apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro pediam intervenção militar após a vitória de Lula. Abdalla viu a oportunidade de lucrar, fornecendo alimentos ao acampamento, com apoio de doações de empresas do agronegócio.
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