A Polícia Federal concluiu que Jair Bolsonaro, Valdemar Costa Neto e Carlos Cesar Moretzsohn Rocha atuaram intencionalmente para questionar as eleições de 2022. Apesar de um parecer técnico produzido pela Gaio Innotech Ltda. que negava fraudes nas urnas, o Instituto Voto Legal, contratado pelo PL por R$ 1,5 milhão, manipulou o relatório final. O documento foi alterado para sustentar a tese de fraude, desconsiderando os dados fornecidos pelo estatístico Éder Balbino.
Em novembro de 2022, o PL pediu ao TSE a anulação de votos, alegando fraudes sem base factual. Valdemar Costa Neto e Carlos Rocha organizaram coletiva de imprensa para divulgar a ação. O então presidente do TSE, Alexandre de Moraes, rejeitou o pedido, multando o partido em R$ 23 milhões por litigância de má-fé.
A PF apurou que Carlos Rocha pagou R$ 13 mil à empresa de Éder Balbino para analisar os dados das urnas. No entanto, o relatório técnico que rechaçava a hipótese de fraude foi omitido. Rocha apresentou informações contrárias às conclusões do estatístico. O relatório final da PF, que resultou no indiciamento de 37 pessoas, revelou o uso de informações falsas para enfraquecer o processo eleitoral.
Fonte: Metrópoles.
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