Luiz Marinho, ministro do Trabalho, manifestou apoio à redução da jornada de trabalho estabelecida pela CLT, atualmente de 44 horas semanais. Ele destacou os prejuízos da escala 6×1, que compromete domingos e afeta a qualidade de vida dos trabalhadores, especialmente das mulheres que enfrentam dupla jornada. A proposta reflete a necessidade de adaptar a legislação às demandas sociais e produtivas.
Marinho sugere a implementação da redução por meio de uma PEC, com ênfase em negociações coletivas responsáveis. O ministro relaciona a alta rotatividade no mercado de trabalho a salários baixos e condições precárias, defendendo que a valorização salarial e melhorias nas condições são essenciais para aumentar a estabilidade e reter talentos no país.
A redução da jornada é vista como resposta às novas dinâmicas sociais e econômicas, ampliadas pela pandemia. O ministro acredita que a mudança pode equilibrar vida pessoal e profissional, engajando os trabalhadores e beneficiando as empresas com maior produtividade. A proposta é parte de um esforço por um ambiente laboral mais justo e moderno.
Fonte: Site E.M. Foco.
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