A Polícia investiga a morte de Clóvis Garrastazu Xavier. Ele morreu no dia 13 de novembro após dar entrada no pronto-socorro com um ferimento à faca. No entanto, o atestado de óbito indicou infarto como causa da morte.
Início das investigações
O caso chamou a atenção quando a polícia percebeu que não havia ocorrência. A Justiça autorizou a exumação do corpo para esclarecer as circunstâncias da morte. Durante a autópsia, o corpo foi encontrado com um ferimento à faca no abdômen.
Ele era sobrinho-neto do general Emílio Garrastazu Médici, presidente da República no regime militar.
Questões levantadas
A morte levantou suspeitas devido à forma como foi tratada. O corpo foi sepultado no mesmo dia, sem velório, e o atestado foi assinado por um médico particular da família, que não fazia parte do hospital.
Declarações da família
A esposa de Xavier, Maria Regina Goulart Garrastazu Xavier, afirmou que ele tentou se suicidar. A polícia apreendeu gravações de câmeras de vigilância na casa, mas não encontrou a faca usada no suposto suicídio.
Próximos passos
A polícia continua investigando para esclarecer a causa da morte. A delegada Gabrielle Zanini busca entender por que o hospital não informou a entrada de um paciente com ferimento à faca, como é exigido por lei.
Engenheiro-agrônomo e sobrinho-neto do general Emílio Garrastazu Médici, presidente da República no regime militar, Xavier pertence a uma família tradicional de Bagé. A morte causou comoção no município.
O ruralista era casado com a agrônoma Maria Regina Goulart Garrastazu Xavier, coordenadora de um posto de saúde municipal e recém-eleita vereadora com 1.272 votos.
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