2024 deve terminar com o título do ano mais quente já registrado na Terra, de acordo com o observatório Copernicus. Novembro foi o 16º mês, em um período de 17 meses, em que a temperatura média global da superfície do ar superou 1,5°C de diferença em relação aos níveis pré-industriais, considerado o limite crítico para o clima. Esse dado revela a gravidade da situação climática global e os desafios para a sobrevivência no planeta.
O calor extremo resultou na pior seca já registrada no Brasil, especialmente no Norte. A expectativa era que a estação chuvosa, que começou em outubro, amenizasse a seca. Contudo, o fenômeno atrasou em várias regiões e a chuva que chegou foi abaixo da média.
O aquecimento global também favoreceu o aumento de eventos climáticos extremos, como chuvas intensas no RS. O aumento de vapor d’água na atmosfera, impulsionado pelo calor, intensifica os volumes de chuva, tornando esses eventos mais frequentes e graves.
Fonte: Jornal O Sul.
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