Canoas – Criminosos adotaram uma estratégia inusitada com os drones para transportar pombas mortas, que continham drogas, para dentro de prisões. Esse método foi descoberto quando um drone foi abatido enquanto sobrevoava a Penitenciária de Canoas (Pecan), levando a um alerta sobre as novas táticas.
Repercussão
O tema foi amplamente discutido no Fórum Interinstitucional Carcerário, que se reúne mensalmente para tratar de questões prisionais no estado. A promotora Alessandra Moura Bastian da Cunha destacou que uma pomba morta caindo no pátio não levantaria suspeitas, ilustrando a engenhosidade dos métodos adotados pelos criminosos.
Abate de drones
Durante a reunião, surgiram questionamentos sobre a proibição de policiais penais atirarem em drones, com receio de sindicâncias. O superintendente Mateus Schwartz dos Anjos afirmou que essas investigações são protocolares, e que os disparos são registrados para controle de munições, garantindo que ações corretas sejam arquivadas sem penalizações.
Fonte: GZH – Jornalistas: Lucas Abati e Gabriel Jacobsen.
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