Gisele Beatriz Dias, mãe das gêmeas Manuela e Antônia Pereira, foi indiciada por feminicídio após a morte das meninas em outubro de 2024. O inquérito apontou que Gisele teria feito pesquisas relacionadas a veneno de rato nos dias anteriores às mortes. A nova legislação influenciou os indiciamentos, sendo a morte de Manuela enquadrada como homicídio qualificado e a de Antônia, como feminicídio. Gisele também esteve internada em ala psiquiátrica semanas antes dos crimes, com relatos de comportamento desinteressado em relação às filhas.
O sumiço de registros de câmera de segurança, relatos da filha mais velha sobre medicamentos ocultos e a justificativa de Gisele para a ausência das imagens reforçaram as suspeitas contra ela. O depoimento da funcionária de uma agropecuária revelou que o pai das meninas, Michel Pereira, acompanhado de Gisele, comprou veneno de rato antes das mortes, mas a polícia descartou a substância como causa provável devido à quantidade necessária para ser letal.
Exames toxicológicos realizados nos corpos das crianças descartaram arsênio e venenos comuns como causa da morte. O Instituto-Geral de Perícias ainda realiza testes para identificar possíveis substâncias. O advogado de Gisele argumenta que as evidências contra ela não são conclusivas e questiona a autoria das pesquisas, sugerindo que Michel também tinha acesso irrestrito ao celular dela.
Fonte: GZH e RBS TV.
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