Profissionais do Hospital Nossa Senhora do Pari, em São Paulo, operam pacientes com furadeiras domésticas. Imagens mostram o uso do equipamento durante procedimentos ortopédicos. Desde 2008, a Anvisa proíbe esse tipo de improviso por representar risco grave à saúde. Funcionários afirmam que a escolha das furadeiras cabe à administração, que prioriza custo e facilidade de manutenção.
No Rio Grande do Norte, uma médica usou embalagem de bolo como máscara de oxigênio. No Amazonas, médicos improvisaram com garrafas PET no atendimento a bebês. No Amapá, um recém-nascido foi mantido vivo em uma incubadora feita com um recipiente de plástico. Em outro caso, profissionais precisaram enrolar um bebê em sacolas plásticas por falta de manta térmica.
No Espírito Santo, médicos usaram raquetes elétricas para matar mosquitos em salas de cirurgia. No Piauí, profissionais iluminaram procedimentos com celulares após a falha de um gerador. No Amapá, um estetoscópio foi transformado em respirador para socorrer um bebê.
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Fonte: G1.
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