Brasília – Distrito Federal – Em 21 de fevereiro de 2001, durante uma revista de rotina no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, um militar encontrou um pacote plástico com pó branco na carteira de um soldado. Dois peritos do Exército analisaram o material e concluíram, de forma equivocada, que se tratava de cocaína. Com base nesse laudo preliminar, a Força prendeu o soldado por dois dias.
Após nova análise, o Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal constatou que a substância era apenas bicarbonato de sódio. O soldado foi solto após a correção do erro. Ele explicou que usava o produto para tentar parar de fumar.
O militar entrou na Justiça com pedido de indenização por danos morais, alegando constrangimento ilegal e arbitrário. O caso seguiu por anos nos tribunais, mas, em dezembro de 2024, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou o pedido.
Fonte: Metrópoles.
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