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Após seu retorno a Brasília, o deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) atendeu jornalistas nesta quinta-feira (13), na Câmara dos Deputados, para dar esclarecimentos sobre a Operação EmendaFest, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Segundo Motta, “provavelmente” o assessor Lino Furtado, que foi alvo do mandado da PF, será demitido.

“Eu não tive ainda a oportunidade de conversar com ele no meu retorno, eu vou conversar, é uma investigação, não tem uma condenação, mas claro, ele já está desligado do meu gabinete por decisão judicial. (…) Provavelmente (será demitido), é uma palavra dura, mas provavelmente eu vou desligá-lo do meu gabinete. Mas eu vou respeitar o fato de ele estar sendo investigado, como qualquer cidadão.”
O deputado gaúcho não foi alvo direto da operação. Furtado era, até então, chefe de gabinete de Motta e foi afastado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) diante da suspeita de ter recebido propina para o repasse de emendas ao Hospital Ana Nery, de Santa Cruz do Sul. Lino Furtado atua há 15 anos com Afonso Motta.
“É uma circunstância lamentável. Eu estava fora de Brasília, saí ontem à noite, fiz questão de retornar hoje (quinta) para ter uma conversa com o presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta, onde tivemos a oportunidade de conversar sobre a ocorrência, que determinou o afastamento do meu secretário de gabinete, Lino Furtado” — disse o deputado.


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