Distrito Federal – O Tribunal de Justiça e Territórios condenou uma jovem a dois anos de prisão, em regime aberto, e multa por acusar falsamente o antigo chefe de assédio sexual. A pena será substituída por medidas restritivas de direitos.
A jovem afirmou que o chefe a assediou na clínica onde trabalhava como estagiária e na casa dele. Porém, testemunhas e prints de mensagens mostraram que ela buscava recontratação e ameaçava acusá-lo caso não fosse readmitida.
O ex-chefe declarou que a jovem pediu demissão para seguir outro estágio e depois exigiu a recontratação com ameaças. Ele negou qualquer relação além da profissional e disse que ela nunca esteve na casa dele.
Fonte: Metrópoles.
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