Santa Catarina – Uma menina de sete anos foi picada por uma cobra no quintal de sua casa, em Blumenau, na manhã de terça-feira (4). A família suspeita que o ataque tenha sido de uma jararacuçu, a maior cobra venenosa da região Sul do Brasil.
Após o incidente, a criança foi levada aos bombeiros, onde recebeu os primeiros socorros. Consciente e com sinais vitais estáveis, ela foi encaminhada ao hospital para avaliação médica. A unidade de saúde não divulgou informações detalhadas sobre o estado da paciente, atendendo ao pedido da família.
Não amarrar ou cortar
A jararacuçu, cobra de grande porte e altamente venenosa, pode inocular grandes quantidades de veneno, o que exige atenção redobrada em regiões próximas a florestas. Os bombeiros orientam que, em casos de picadas, a vítima seja levada imediatamente ao hospital e que o local da lesão não seja amarrado ou cortado. Fotos da cobra, caso possível, podem ajudar na identificação do antídoto correto. A atenção é maior em períodos de calor, quando as cobras buscam abrigo e alimento em áreas habitadas.
O que fazer em caso de acidentes com cobras?
Os Bombeiros pedem atenção redobrada em áreas com vegetação, especialmente durante períodos de temperaturas elevadas.
Isso porque, nestes momentos, as cobras tendem a se deslocar em busca de abrigo e alimento.
Em casos de acidentes com cobras, algumas medidas podem evitar complicações graves:
- Não amarrar o local da picada, pois o torniquete pode aumentar o risco de necrose e até levar à amputação do membro afetado
- Não cortar, perfurar ou tentar sugar o veneno, pois essas ações podem piorar o quadro
- Lavar a área com água e sabão para reduzir o risco de infecção
- Levar a vítima ao hospital o mais rápido possível para que receba o tratamento adequado
- Se possível, tirar uma foto da cobra para facilitar a identificação e a escolha do soro antiofídico correto. (GZH)
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