Para enfrentar o problema, algumas redes têm investido em capacitação e benefícios adicionais
Um estudo revela que as vagas como repositor, operador de caixa e balconista, estão entre os mais difíceis de serem preenchidas. Também faltam padeiro, açougueiro, embalador, atendente, vendedor e auxiliar de serviços de alimentação.
A escassez de mão de obra qualificada, as condições de trabalho e a alta rotatividade são alguns dos principais fatores que explicam essa dificuldade. Ainda existe a competição com outras áreas do comércio e serviços, que oferecem melhores condições, tem impactado diretamente as contratações. A falta de mão de obra também está relacionada à baixa taxa de desemprego e à preferência dos jovens por trabalhos informais mais flexíveis.
Para enfrentar o problema, algumas redes têm investido em capacitação e benefícios adicionais, mas o setor ainda encontra desafios para equilibrar a demanda e a oferta de profissionais. De acordo com o levantamento da CNC (Confederação Nacional do Comércio) há uma necessidade urgente de estratégias para tornar essas carreiras mais atrativas e garantir a estabilidade do setor supermercadista, essencial para a economia.
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