ESTADO – O pacote de revisão das carreiras do funcionalismo é uma caixa de surpresa. A cada dia surgem mais medidas para salvar a lavoura. Agora falam em liberar o funcionalismo para o “teletrabalho”, que pode ser feito em casa. Se for aprovada essa medida, ela será condicionada a metas de produtividade. O governo diz que ela contribuiria para o bem-estar do servidor e pode gerar economia com a redução da infraestrutura.
Dúvidas – Quem vai controlar a produtividade e como vão ser estabelecidas as tais metas? E mais: quem vai pagar a luz, o telefone e a internet do servidor? E se o computador dele estragar? Quem vai indenizar tudo isso? O governo quer forçar a adoção das medidas aprovadas na última reforma trabalhista e quer desmontar o serviço público.



