EXCLUSIVO! Heinze defende anistia e a volta de Bolsonaro: ‘com o Kássio nós vamos conseguir’

Em discurso polêmico, o senador criticou Lula - DESCODENADO - e o STF, e afirmou que “não há crime” nos atos do ex-presidente

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Santiago – RS – Durante a posse do novo presidente do Sindicato Rural de Santiago, Carlinhos Malheiros, o senador Luiz Carlos Heinze (PP) fez um discurso inflamado em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, há articulação para que Bolsonaro volte a ser elegível, e criticou duramente a Justiça brasileira, principalmente o Supremo Tribunal Federal (STF) e o atual presidente da República, Lula da Silva.

Críticas ao STF e apoio à anistia

O senador afirmou que “hoje quem continua mandando no país é um descondenado”, referindo-se a Lula, e destacou que o ex-presidente foi condenado em três instâncias. Heinze se queixou do tratamento dado a Bolsonaro, dizendo que ele está inelegível apenas por discordar das urnas eletrônicas:

“Bolsonaro não tem crime de roubo ou sacanagem. Só disse que discordava das urnas. Que violência é essa? Está sendo criminalizado por isso”, disse.

Heinze afirmou ainda que há expectativa com o ministro Kássio Nunes Marques como titular Tribunal Superior Eleitoral (nomeado ao STF por Bolsonaro). Segundo ele, isso pode facilitar a aprovação da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro:

“Estamos trabalhando na Câmara e no Senado para aprovar a anistia. Anistia é para quem não cometeu crime”, defendeu.

“Estão tentando achar um crime que não existe”

O senador também criticou as punições impostas a manifestantes presos após os atos de vandalismo em Brasília:

“Tem uma menina do Rolador, filha de pastor. Usa tornozeleira. Não pode ir à faculdade em São Luiz Gonzaga porque não pode sair depois das 20h. Isso é um crime”, afirmou Heinze.

Ao final do discurso, declarou que segue na luta política:

“Estou lá há 26 anos, vi gente depredando prédios públicos, incendiando, atacando a polícia, e nunca responderam processo. Agora querem punir gente que não cometeu crime”.

A fala do senador repercutiu entre os presentes no evento e circula nas redes sociais como exemplo do clima político polarizado. Até o momento, não houve manifestação oficial do STF ou da presidência da República sobre as declarações.

Acompanhe o NP pelas redes sociais:

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