(J. Lemes)
Começou há pouco a Copa Santiago juvenil, com o jogo entre Inter e Nacional (Uruguai). Antes, porém, houve uma bonita, emocionante homenagem ao ex-presidente do Cruzeiro, ao ex-prefeito, ao ex-deputado Chicão, que nos deixou há poucos meses.
Amigos dele, desportistas, muitos relembraram fatos marcantes de sua passagem pelo Cruzeiro, como a maior estrela do clube que hoje brilha noutra constelação.
Paulo Cardoso, Tramontina, Nequinho, Maninho, Rui Brum, Paulo Menges, Jaime Wesz, cada qual com uma história mais emocionante que a outra. Nequinho, muito bem e feliz falou bonito…
Mas foi Paulo Cardoso quem falou a maior verdade: Chicão pagava pra fazer esporte. Muito bonito tudo, e se tivesse a legenda dos nomes de quem falava (ninguém é obrigado a conhecer todo mundo) ficaria perfeito.
Há pouco tempo, Santiago pensava que perderia o narrador e vereador Nequinho (sofreu AVC) e que o Chicão seguiria por muitos anos no Cruzeiro e na política. Hoje, temos o Nequinho sorridente, falante como sempre, e cadê o Chicão?
E como diria Éldrio Machado, que pode ser pai nesta noite, “a vida é um sopro”.




