Brasília – DF – O Conselho Brasileiro de Oftalmologia divulgou que, desde 2017, já foram registradas 2.950 denúncias contra pessoas ou estabelecimentos que praticaram atendimentos ou procedimentos oftalmológicos de forma irregular no país. Somente no primeiro semestre deste ano, foram 142 representações.
Os riscos para a população
Segundo o CBO, muitas ocorrências envolvem óticas e estabelecimentos comerciais que oferecem exames, diagnósticos de doenças e prescrição de lentes sem a participação de médicos. A entidade alerta que não se trata apenas de ilegalidade, mas de ameaça à saúde pública, já que pacientes podem receber diagnósticos errados e tratamentos ineficazes.
As regras para a prática
Exames oftalmológicos devem ser realizados exclusivamente por médicos com registro no Conselho Regional de Medicina e qualificação de especialista. Esses profissionais precisam atuar em locais que atendam às normas da Anvisa, garantindo segurança, condições sanitárias adequadas e equipamentos apropriados.
O debate em congresso
O crescimento das denúncias será um dos principais temas do 69º Congresso Brasileiro de Oftalmologia, que começa nesta quarta-feira em Curitiba. O encontro reunirá especialistas, pesquisadores e representantes de novas tecnologias voltadas à saúde ocular até o próximo sábado.
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
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