Porto Alegre – RS – A manicure Brasília Costa, de 65 anos, foi a vítima do crime da mala descoberto na rodoviária da Capital. Ela e o publicitário Ricardo Jardim, de 66, se conheceram em um abrigo durante a enchente de 2024. O casal manteve relacionamento marcado por idas e vindas e havia reatado há cinco meses. Eles planejavam viajar para João Pessoa (PB).
O histórico do suspeito
Ricardo já havia sido condenado por matar a mãe em 2015, crime no qual concretou o corpo dentro de um armário. Mesmo assim, em janeiro de 2024 ganhou progressão ao semiaberto, não recebeu tornozeleira e acabou foragido. Foi preso novamente no dia 4 de setembro, acusado pelo feminicídio de Brasília.
A dinâmica do crime
Câmeras registraram o suspeito deixando a mala no guarda-volumes da rodoviária no dia 20 de agosto. O objeto só foi aberto 12 dias depois, por causa do forte odor. O acusado teria removido pontas dos dedos e ocultado a cabeça para atrasar a identificação. A polícia também apura uso do celular e cartões da vítima, indicando possível motivação financeira.
A investigação
A cabeça da vítima ainda não foi localizada, etapa considerada essencial para fechar os laudos periciais. Celulares e notebook apreendidos com o suspeito estão sob análise. A Polícia Civil trata o caso como feminicídio, e novos laudos devem detalhar a causa da morte quando todas as partes do corpo forem reunidas.
Fonte: GZH
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