No osso do peito
O Gavioli (PDT) foi muito bem. Disse que devemos saber gastar, devemos saber investir e que o Brasil deve roubar menos. “As boas perspectivas serão só para 2017. Até lá teremos que aguentar no osso do peito”;
Com título ou sem título?
Marion (PT) leu dois ofícios e desafiou o prefeito Ruivo a cumprir a lei, isto é, dar consulta no Centro Social a todo mundo, com ou sem título de eleitor. Quanto aos ofícios, o do prefeito dizia que a postura de exigir o título era correta (pra saber se a pessoa é da cidade). Porém, no ofício da coordenadoria de Saúde a coisa se inverteu. “Aqui diz que a exigência do título é ilegal”, criticou Marion;
Pedro, “vê se fale”!
Arlindo Alves (PMDB) elogiou o secretário Pedro Westphalen ao dizer que não faria promessas falsas sobre a estradas. Iara Castiel (PT) contestou: “Não promete nada porque não tem projeto”, disse ela;
De radar ligado
Davi Vernier (PP) somou pontos ao falar do trânsito e que a Guarda não vence mais ficar numa ou outra esquina fazendo sinais (pois tem outras coisas a fazer). O certo é colocar mais sinaleiras. E sobre a correria, foi inteligente ao dizer não se pode colocar redutores em todas as quadras… o jeito são os radares móveis;
Essa gente não me vale nada
Pelé (PP) foi feliz ao dizer que o Lula agora culpa a impressa, mas e por que cobrou três milhões por uma palestra? E a Dilma foi quem assinou o contrato da refinaria Passadena, “outro rombo em falcatrua dessa gente”;
Aparte, eu?
Pelé só errou quando disse que não pede aparte e não gosta de dar aparte aos colegas. Isso que na Câmara não há regime e sim democracia. Pelo menos era para ser… Era.


