O vereador mais popular que a Câmara de Santiago já teve estará de volta a partir do 1º de janeiro de 2013. Sandro Palma tomará posse nesta terça e tudo indica que ele deve ser o presidente do Legislativo pelos próximos dois anos, conforme acordo que fez com o PP. No último sábado, Sandro esteve no programa Expresso no Ar e comentou a sua decisão de apoiar a administração do prefeito Júlio Ruivo, após seu PTB ter concorrido em união com os partidos de oposição.
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“O povo elegeu o Ruivo e quero trabalhar apoiando o seu governo”, disse, revelando que a negociação já era antiga e chegou a ser encaminhada pelo falecido deputado Chicão Gorski, mas acabou não acontecendo antes da eleição. “Sou um admirador do Chicão. Ele era como um pai, um amigo, um irmão. E quero dar seguimento ao seu trabalho de ajudar aos pobres. O povo está carente”, disse.
Disse que fez de tudo para ajudar a oposição e que boa parte dos 5.800 votos que o candidato Diniz Cogo fez, foram graças à sua popularidade. “Em 2008 concorri a prefeito e fiz 5.040 votos. Nesta, gravei mensagens pedindo que aquelas pessoas que confiaram em mim votassem no Diniz. Tenho certeza de que, no mínimo, uns 5 mil votos que ele fez foram graças a mim. Ao mesmo tempo, com isso, me prejudiquei para vereador”, disse Sandro.
Ele sustenta de que, passada a eleição, não tinha nenhum compromisso com a oposição, mas aceitou participar das negociações para comandar a Câmara. E que o maior culpado por isso não ter acontecido foi o vereador Bianchini, que se atravessou com ele e com o vereador Arlindo Alves (PMDB). “Ele disse que tinha dossiê contra mim, que o Arlindo não podia ser presidente, que tinha que ser vice primeiro para aprender com ele e causou um mal-estar. Diante disso, o PTB se retirou e recebemos a ordem do deputado Cassiá Carpes que era para compor com o PP”, garantiu Palma.
Leia mais na próxima edição do Expresso, que vai circular no sábado, 05.


