“Isso não daria certo em um país com porte de armas liberado”, diz jornalista gaúcho
O jornalista Túlio Milman (Zero Hora) escreveu que algumas pessoas não sabem beber. “Não é só uma questão de quantidade. Conheço gente que bebe e fica doce, comunicativa e engraçada. Em outros, a bebida desperta um monstro. Na verdade, o álcool tira o freio de algo que já está lá”, diz o jornalista.
“Há também outras drogas, mas me atenho apenas à lícita e mais popular. Para vivermos em sociedade, precisamos reprimir instintos. Para muitos, o Carnaval é válvula de escape desse esforço contra o animal. O autocontrole – também conhecido como superego – se dissolve com cerveja, vodca e gim. É aí que complica. Nos Estados Unidos, não há nada parecido com o nosso Carnaval. Não daria certo em uma país onde o porte de armas é bem mais acessível”.



