(Editorial NP) Não existe droga leve quando o assunto é dependência. Mas algumas destroem mais rápido, sequestram o cérebro de imediato. A dopamina vai ao limite e o prazer é curto. A queda é profunda e traz infarto, overdose e morte.
As drogas agem de formas diferentes no corpo. Heroína e cocaína são as mais agressivas de imediato. A heroína causa dor física insuportável na falta e mata por overdose. A cocaína vicia a mente num estalo e detona o coração. Largar essas duas exige internação e muita força porque o corpo pede socorro.
Os venenos na esquina
O cigarro e o álcool são os campeões de mortes no total. O cigarro vicia muito rápido pela nicotina e é considerado o mais difícil de largar pela maioria dos usuários. O álcool é aceito em festas e isso atrapalha quem quer parar. Ele destrói o fígado e causa tragédias no trânsito e em casa.
A ilusão da droga leve
A maconha causa menos dependência física que as outras. O problema é que ela afeta a memória e tira a vontade de crescer na vida. Para quem tem tendência a problemas mentais ela é um gatilho perigoso. O vício aqui é mais psicológico e ligado aos hábitos e amizades do dia a dia.
As drogas permitidas
Álcool e cigarro matam muito mais gente. O perigo é que são aceitos e banalizados. O álcool destrói o fígado e famílias inteiras. Pode matar até na abstinência. O cigarro vicia rápido e mata devagar com doenças como o câncer, ataques cardíacos… São os mais difíceis de largar porque estão em todo lugar. Sempre tem um convite ou uma desculpa.
O vício que não deixa marca
O jogo age como droga pesada na mente. Ele estimula a expectativa de ganho. Não deixa marca no corpo, mas quebra a vida financeira. Traz dívidas, depressão e até suicídio. É muito difícil largar porque não exige preparo. Um clique no celular basta para a desgraça acontecer.
A conclusão sobre o pior
O pior vício não é apenas aquele que mata rápido. É o que prende forte. É aquele que mente para o cérebro do usuário. É a substância ou o hábito que convence que amanhã dá para parar. Mas esse amanhã nunca chega.
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