Pacaraima – RR – (Região de Boa Vista). A entrada irregular ocorre por trilhas de terra em uma área verde, a cerca de 500 metros da BR-174. Os veículos saem de perto de um posto militar venezuelano e entram direto na cidade de Pacaraima. Durante apenas 30 minutos na manhã desta quarta-feira, pelo menos 15 motos foram flagradas carregando gás, combustível e comida para o lado brasileiro.
A cobrança do general
O general Roberto Angrizani, comandante da área, viu de perto a bagunça na última segunda-feira. Ele chegou a dar um “puxão de orelha” nos subordinados, avisando que a passagem pelo mato não pode acontecer. Mesmo com a ordem do chefe para apertar o cerco, o vaivém de motos e até de caminhonetes 4×4 continua sem nenhum controle das autoridades.
A falta de controle na fronteira
Até agora, a fiscalização reforçada não deu resultado prático. Enquanto os militares cuidam da estrada principal, as rotas de terra seguem abertas para o transporte de mercadorias e pessoas sem qualquer registro. A situação mostra a dificuldade de segurar o fluxo na fronteira seca, onde qualquer desvio vira caminho para quem quer entrar no país sem ser visto.
Fonte: Zero Hora.
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