Nacional – Antes de pedir remição de pena, Bolsonaro disse que não lia livros nem jornais. Afirmou em diferentes momentos que não tinha tempo para leitura e que havia abandonado esse hábito desde que assumiu a presidência. Disse preferir relatórios técnicos, mensagens e conteúdos recebidos por redes sociais.
Bolsonaro reforçou essa postura em discursos, entrevistas e conversas públicas. Declarou que não lia romances, não se interessava por cinema e que seu lazer se restringia ao futebol. Também afirmou que nem sempre lia integralmente documentos oficiais que assinava durante o governo.
Mesmo após essas declarações, a defesa solicitou ao STF a redução da pena por meio da leitura de livros. O pedido se baseia em norma do Conselho Nacional de Justiça que permite abatimento de dias da condenação mediante leitura e resenha. A solicitação será analisada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Fonte: Correio Braziliense.
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