Florianópolis, Santa Catarina – As críticas à Polícia Civil começaram depois da atuação no caso do cão Orelha. Parte das pessoas passou a questionar como a instituição agiu. O delegado Ulisses Gabriel diz que os ataques têm motivação política. Segundo ele, isso acontece porque Santa Catarina é um estado de direita.
Para responder às críticas, o chefe da Polícia Civil divulgou a imagem de uma mensagem ofensiva que recebeu. Ele afirma que a corporação trabalha de forma técnica e imparcial. Diz que todas as decisões seguem a lei. Também declara que as forças de segurança não protegem criminosos de nenhuma idade.

Ulisses Gabriel afirma que Santa Catarina está entre os estados mais seguros do país. Ele cita dados da segurança pública e o baixo desemprego como pontos positivos. As falas acontecem em meio à repercussão do caso e a debates nas redes sociais.
O caso Orelha
O cão Orelha, um animal comunitário de cerca de 10 anos que vivia na Praia Brava, em Florianópolis (SC), foi vítima de uma agressão grave em 4 de janeiro de 2026. Quatro adolescentes são suspeitos de tê-lo atacado com um objeto contundente, deixando-o gravemente ferido. Orelha foi levado a uma clínica veterinária e submetido à eutanásia no dia seguinte por causa da gravidade das lesões. O caso provocou grande comoção e protestos em várias cidades do Brasil, com milhares de pessoas pedindo justiça e responsabilização dos envolvidos.
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