Porto Alegre (RS) – O Ministério Público do RS (MPRS) deflagrou nesta terça-feira (10) a Operação Descuidado II, que investiga fraude no repasse de recursos públicos da área da saúde por meio do programa Rede Bem Cuidar, da Secretaria Estadual da Saúde.
Segundo o Ministério Público, a investigação aponta falsificação de documentos para simular o cumprimento de exigências legais e garantir o recebimento de verbas. O prejuízo aos cofres públicos ainda está sendo calculado. As prefeituras citadas não são investigadas.
Foram cumpridos quatro mandados judiciais: um de prisão preventiva em Erechim e três de busca e apreensão, dois em Erechim e um em Erval Grande. Celulares e documentos foram apreendidos. Três empresários são investigados.
De acordo com o MP, a empresa suspeita teria usado terceiros e empresas de fachada para continuar contratando com o poder público mesmo após proibição judicial. Também foi determinada a proibição de novos contratos com o poder público.
A investigação envolve 11 municípios: Ronda Alta, Marcelino Ramos, Vitória das Missões, Faxinalzinho, Balneário Pinhal, Nova Esperança do Sul, Três Palmeiras, Morro Reuter, Eugênio de Castro, Bom Princípio e outro município sob apuração.
A operação é desdobramento da Descuidado I, realizada em junho de 2025, que já havia identificado indícios de irregularidades semelhantes em contratos na área da saúde.
Fonte: MPRS
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