(por João Lemes)
A vitória do republicano Donald Trump sobre a democrata Hillary Clinton aniquila as pesquisas e surpreende o mundo, principalmente os países emergentes que hão de sofrer nas garras do novo líder da mais potente nação do planeta.
Polêmicas – Durante a campanha, Trump fez discursos agressivos, despertou amor, ódio, medo. Se meteu em polêmicas como num vídeo em que surge usando termos vulgares contra as mulheres e propondo a construção de muro na fronteira com o México para barrar imigrantes.
Repercussão – Essa vitória já repercute pelo mundo. Já se sabe da alegria do presidente russo Vladimir Putin (dono de outra potência) seguida das quedas de bolsas na Europa e mercado nervoso no Brasil, já que nenhum investidor gosta de instabilidade.
Brasil – Apesar das boas vendas para os EUA, nosso país não está, aliás, nunca esteve na lista de prioridade americana, muito menos agora. Isso é ruim diante dos vários problemas que já temos.
Fora, corruptos! – E vejam como é a política: Hillary vinha bem até surgirem indícios de corrupção sobre seu nome. Com isso, nem a loucura de Trump bastou para derrotá-lo. É que os americanos sempre foram voltados a seus umbigos e a promessa protecionista do novo presidente veio em boa hora.
Umbigo americano – Assim, eles que já pensavam neles o tempo todo, agora arrumaram um baita aliado para redobrar essa paixão. A essa altura a gente pensa: o congresso americano terá a árdua tarefa de não deixar que esse “espingardeado” faça besteira como tantos outros líderes da história do mundo.



