Porto Alegre – RS – (Região Metropolitana) – Cristiane Corrales e Leonardo Menin coordenam uma campanha do Ministério Público para alertar sobre os riscos e a ilegalidade do cigarro eletrônico no Estado. A iniciativa reúne órgãos da saúde, educação, segurança e fiscalização. A venda e a importação dos dispositivos são proibidas pela Anvisa.
A articulação
A promotora Cristiane Corrales explicou que o foco é informar a população e impedir a comercialização. Leonardo Menin destacou os danos à saúde e o risco de dependência, principalmente entre crianças e adolescentes. A promotora Cinara Braga defendeu mais fiscalização e responsabilização criminal. O MPF também participa, com atuação na repressão à importação e ao contrabando.
Os riscos à saúde
Especialistas alertaram para a alta concentração de nicotina e para problemas pulmonares e cardiovasculares. Também há preocupação com efeitos na saúde mental de adolescentes, como alteração de humor e dificuldade de aprendizado. A facilidade de compra, inclusive por tele-entrega, preocupa as autoridades.
As instituições envolvidas
Participam da campanha MPRS, Ministério Público Federal, Secretaria da Saúde, Anvisa, universidades, hospitais, entidades médicas, Brigada Militar e polícia. O grupo quer atuação permanente e integrada em todo o Estado.
Redação; Fonte: MPRS
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