Brasília, DF – Celso Amorim afirmou que o Brasil precisa acompanhar com atenção o conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. O assessor especial da Presidência declarou que a execução de um chefe de Estado em exercício é algo inaceitável e condenável. Para ele, nenhum país pode se colocar como juiz do mundo.
Risco de ampliação
Amorim falou em “preparar-se para o pior” ao mencionar possibilidade de expansão do conflito. Segundo ele, o histórico do Irã de apoio militar a grupos fora do seu território pode ampliar as tensões e atingir outros países da região.
Conversa com o presidente
O assessor informou que pretende tratar do tema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração ocorre antes de encontro do chefe do Executivo brasileiro com Donald Trump, em Washington. Amorim ressaltou que manter diálogo internacional exige equilíbrio e coerência diplomática.
Posição oficial
O Itamaraty divulgou nota manifestando preocupação com as ações militares e reforçou que a negociação é o único caminho possível. O governo também lamentou a resposta militar iraniana e defendeu respeito ao Direito Internacional e o papel das Nações Unidas na mediação do conflito.
Fonte: GloboNews / Itamaraty.
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