Ucrânia – O médico passo-fundense Matheus Falabrette está atuando como voluntário no sul da Ucrânia, próximo de áreas de combate na guerra contra a Rússia. Matheus chegou ao país há cerca de uma semana e deve permanecer por aproximadamente 45 dias em uma base médica próxima da linha de frente, atendendo principalmente soldados feridos e civis atingidos pelos ataques.
Em entrevista à Rádio Uirapuru, o médico relatou que o clima de guerra é constante. Sirenes de alerta para ataques aéreos soam dia e noite. Em alguns momentos, durante os atendimentos, a equipe precisa interromper o trabalho e buscar abrigo por causa do risco de bombardeios.
Estrutura improvisada
A base médica funciona em um antigo prédio escolar adaptado como centro de estabilização. Os soldados chegam direto da linha de frente, recebem os primeiros atendimentos e depois são transferidos para hospitais de referência em cidades maiores. Segundo Falabrette, grande parte dos casos envolve militares feridos em ataques com drones, hoje uma das armas mais usadas no conflito.
Decisão de ajudar
Natural de Passo Fundo, o médico afirma que decidiu participar da missão ao acompanhar o sofrimento da população ucraniana durante a guerra. Para ele, o conflito ainda deve durar por tempo indeterminado e a reconstrução do país deve levar muitos anos mesmo depois do fim dos combates.
Fonte: Rádio Uirapuru.
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