Brasília – DF – Grupos que representam a imprensa brasileira pediram proteção urgente para os jornalistas que trabalham na frente do hospital onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está internado. A Federação Nacional dos Jornalistas e a Abraji denunciaram que os profissionais estão sofrendo ameaças e ofensas, tanto na rua quanto na internet, enquanto tentam apenas dar as notícias sobre o estado de saúde dele.
Vídeo causou confusão
A confusão começou depois que uma influenciadora divulgou um vídeo acusando os repórteres de desejarem a m0rt3 do ex-presidente. As entidades afirmam que a gravação foi deturpada e usada de má-fé. O material acabou compartilhado por políticos e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o que aumentou a onda de ataques. Segundo a Abraji, fotos de parentes dos jornalistas e até montagens violentas feitas por computador estão sendo usadas para colocar medo no pessoal.
Pedido de proteção
O Sindicato dos Jornalistas quer que a polícia reforce a segurança no local para evitar que militantes agridam os trabalhadores. As entidades pediram que o Ministério Público e a polícia identifiquem quem está espalhando esses ataques virtuais. Para os representantes da categoria, esse tipo de pressão é um ataque direto ao trabalho da imprensa e ninguém pode ser intimidado por fazer o seu serviço.
Quadro clínico
Bolsonaro segue na UTI tratando uma pneumonia bacteriana. O último boletim médico diz que ele está estável e os rins melhoraram, mas os médicos aumentaram a dose dos remédios por causa de uma inflamação no sangue. Assim que receber alta, ele deve voltar para a prisão na Papuda, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.
Redação, João Lemes; Fonte: Agência Brasil 🚔
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