Alegrete, RS – A decisão do juiz Rafael Borba, da Vara Criminal, confirmou que os sete acusados de uma matança no bairro Promorar vão sentar no banco dos réus. O crime aconteceu em julho de 2024 e chocou a comunidade pela violência. Para o juiz, existem provas suficientes de que o grupo participou do ataque para que o caso seja decidido agora pelos jurados.
O acerto de contas
A investigação da polícia e a denúncia do Ministério Público apontam que a confusão toda foi por causa de briga entre facções e disputa pela venda de droga. No dia do crime, três pessoas perderam a vida e uma quarta quase foi m0rt4, mas conseguiu escapar. Bruno César Gedel, de 24 anos, Leandro Jaques da Silva, de 27, e Eliton Amaral da Rosa, de 34, foram as vítimas que não resistiram aos tiros.
A crueldade dos ataques
O que chamou a atenção na época foi o número de disparos. Um dos atingidos foi encontrado dentro de casa e outro no pátio, ambos com mais de 10 marcas de bala pelo corpo. O terceiro sujeito estava na calçada e levou cinco tiros. Os réus agora respondem por três homicídios qualificados, tentativa de m0rt3 e também por receptação, já que teriam usado material de origem criminosa na ação.
A manutenção das prisões
O juiz decidiu manter todos os acusados atrás das grades enquanto aguardam o julgamento. Ele entendeu que soltar o grupo agora seria um risco para a ordem pública, principalmente pela ligação dos sujeitos com o crime organizado. As qualificadoras, como motivo torpe e recurso que impediu a defesa, também foram mantidas, já que as vítimas foram pegas de surpresa e não tiveram como reagir.
O tribunal popular
Agora o processo entra na fase final de preparação para que o júri seja marcado. Serão moradores da própria cidade que vão ouvir as provas, os depoimentos e decidir se os sete são culpados ou inocentes. Enquanto a data não sai, o Judiciário organiza os laudos e documentos para que o desfecho dessa chacina traga a resposta que a sociedade espera.
Fonte: Alegrete Tudo Justiça Estadual / PAT.
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