Porto Alegre – RS – A polícia abriu um inquérito para apurar por que uma trabalhadora de 56 anos m0rreu após um serviço de veneno contra mosquitos na unidade Santíssima Trindade. Luciana era responsável pela higienização e faleceu na última quinta-feira. Colegas contaram que ela começou a sentir falta de ar e cansaço logo depois que o prédio, na Zona Norte, recebeu o produto para combater a dengue.
Trabalho sem proteção
Relatos dão conta de que Luciana foi chamada para ajudar a mexer nos móveis enquanto o pessoal aplicava o veneno e que teria voltado para limpar tudo sem nenhum equipamento de proteção. Ela buscou ajuda médica quatro vezes antes de ser encontrada desacordada no posto. Uma médica e uma enfermeira também teriam passado mal com sintomas de intoxicação na respiração no mesmo local.
Dúvida sobre a causa
A empresa que contratou a funcionária diz que ela m0rreu de causas naturais e que não existe prova técnica ligando o fato ao trabalho. Já a prefeitura e o Grupo Hospitalar Conceição afirmam que seguiram todos os protocolos e que o posto ficou fechado por duas horas, o dobro do tempo exigido. Como não foram feitos exames específicos na hora, a Vigilância em Saúde diz que ainda não dá para cravar o que causou a m0rt3.
Investigação segue
O caso agora está nas mãos dos policiais, que querem entender se houve negligência no cuidado com a saúde de Luciana. O Samu chegou a socorrer a mulher no posto, mas ela não resistiu e m0rreu a caminho do hospital. Enquanto a polícia ouve testemunhas, a família e os colegas esperam por uma resposta clara sobre o que aconteceu naquele dia 3 de março.
Redação, João Lemes; Fonte: GZH 🚔
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