Geral – O sonho de ter o próprio trator está virando realidade para muita gente que vive da terra. Com o aumento nos limites de crédito do Pronaf e juros que partem de 0,5% ao ano, os pequenos agricultores estão conseguindo comprar máquinas novas para dobrar a produção. Antes, quem ganhava pouco só podia financiar uma tutaméia; agora, o limite subiu para 51 mil sem precisar dar garantia de bens, o que facilita a vida de quem é “galo cinza” na lida mas não tem luxo.
Trabalho menos pesado
A mecanização no Brasil ainda é baixa, mas o cenário está mudando. No Nordeste, por exemplo, o uso de máquinas não chegava a 5%. Com o incentivo do governo, a ideia é que o produtor pare de sofrer tanto no cabo da enxada. O trator ajuda a preparar o chão mais rápido e permite trabalhar até debaixo de chuva se tiver cabine. É o fim do “sofrenaço” de depender de aluguel de máquina dos outros, que muitas vezes custa uma fortuna por ano.
Negócio de oportunidade
Empresas agora focam em criar máquinas menores e mais baratas, feitas sob medida para quem planta mandioca, milho e feijão. O faturamento desse setor cresceu dez vezes só no último ano. Enquanto as vendas de máquinas grandonas para os fazendeiros de soja caíram, a procura pelos equipamentos da agricultura familiar segue firme porque o governo segura o juro baixo para o pequeno não se quebrar.
Futuro no campo
O plano é chegar em 2033 com 35% das propriedades mecanizadas. Isso ajuda a segurar o guri na fazenda, já que o trabalho fica mais moderno e menos sofrido. Além de tratores, o crédito agora serve para comprar drone, estufa e irrigação. Para quem vive do suor no campo, ter uma máquina própria é o degrau que faltava para transformar o esforço em lucro de verdade.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Abimaq.
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