Brasília – (DF) – O Ministério do Planejamento soltou o decreto que detalha o congelamento de R$ 1,6 bilhão nas contas deste ano. A notícia ruim é que o corte mexe no bolso dos ministérios e nas emendas dos deputados, mas a boa é que o PAC, aquele programa de grandes obras, ficou de fora da tesourada. O governo federal quer segurar o gasto agora no começo do ano para não deixar as contas saírem do trilho lá na frente.
Corte nas emendas
Do total que foi bloqueado, a maior parte — R$ 1,26 bilhão — atinge os gastos que o governo faz por escolha própria. Outros R$ 334 milhões recaem direto sobre as emendas parlamentares, que é aquele dinheiro que os deputados mandam para os municípios. Essa medida serve para alinhar o que o governo gasta com o que ele realmente arrecada de impostos, evitando que o país gaste mais do que ganha.
Freio nos gastos
Além desse bloqueio, o governo impôs um limite ainda maior, de quase 43 bilhões, que só vai sendo liberado aos poucos até novembro. É o que chamam de ajuste fiscal. Na prática, os órgãos federais precisam escolher com cuidado onde vão botar o dinheiro, porque a torneira vai abrir em etapas: em maio, novembro e dezembro. Se a arrecadação cair, o governo pode apertar o cinto ainda mais.
Olho no prazo
Agora, os ministérios e órgãos federais têm até o dia 7 de abril para dizer exatamente quais projetos vão ficar com o dinheiro trancado. O monitoramento das contas vai ser feito o tempo todo para garantir que a meta de 2026 seja cumprida. Para quem espera por obras e recursos, o jeito é aguardar a próxima reavaliação das contas para ver se o dinheiro volta a circular normalmente.
Redação, João Lemes; Fonte: Agência Brasil 🚔
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