Santiago – RS – (João Lemes) O alerta do vereador Diniz Cogo, MDB, não é novo, mas agora ganhou um peso diferente. “Nosso trânsito começou a matar”, disse na tribuna. E não dá para ignorar. Foram acidentes recentes, graves, que mostram que o problema saiu do limite e virou risco real. E como ele mesmo resumiu, o único remédio é a caneta.
Tem gente que ainda torce o nariz para multa, acha exagero, reclama. Mas não é mais questão de opinião, é necessidade. Quando falta consciência, entra a punição. O trânsito não pode depender da boa vontade de quem insiste em errar. E o custo disso não é só financeiro, como lembrou o vereador. A saúde sente, os atendimentos aumentam, e a prioridade passa a ser quem chega ferido.
E tem algo que não volta mais: a vida. Cada acidente deixa um vazio nas famílias que não se preenche. Só neste ano, três casos graves envolvendo moto, dois com vítima fatal e outro com um ferido grave. Quantos mais vão precisar acontecer? O recado foi dado de novo. Agora, falta alguém pegar a caneta e fazer o que precisa ser feito. (Redação João Lemes)
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