Cacequi – RS – (Região de Santa Maria) – A sessão da Câmara foi aquele baile de sempre: os governistas tentando colocar pano quente, enquanto o resto da gauchada soltava o verbo contra a prefeitura, que hoje está nas mãos do vice Edson Fragoso.
A coisa está tão feia que o vereador Romeu, que até pouco tempo era parceiro do governo, confessou que a cidade está virada em cobra cruzeira, de tanta sujeira. O povo anda matando bicho no meio da rua porque o mato tomou conta e não tem operário para a limpeza urbana.
O pior é que tem gente concursada esperando na reserva, mas a prefeitura se faz e não chama ninguém para a lida.
Cargo de Confiança na desconfiança
O vereador Claudiomiro mirou a prefeitura também. Tem um rolo estranho nos cargos de confiança (CCs) e que parece um complô para não deixar sangue novo entrar. Mas ele já avisou: ninguém vai ficar lá para sempre.
Enquanto isso, o Robertinho (pelo que deu para entender, pois o cabra tem sério problema de dicção e ainda repete cada final de frase como um papagaio), a estrada da Capela está um caos.O caminho está intransitável e não tem jeito que dê jeito, deixando o produtor no prejuízo.
Cadê os 380 mil da Apae?
Na conta do dinheiro, o Romeu entregou que a prefeitura deve 380 mil para a Apae. O valor é de emenda impositiva, aquela invenção em que o vereador quer mandar no cofre do prefeito. É uma demagogia pura, pois tem cidade por aí gastando esse dinheiro até em cervejeira para clube. Mas em Cacequi a boca é tão braba que nem para a Apae o dinheiro chega.
E os milhões do desvio? – E o velho Pinduca, um dos raros que presta, voltou a cobrar os milhões que sumiram no passado. É de 6 a 8 milhões que voaram e, pelo jeito, a raposa foi ao galinheiro e ainda não deixou o focinho por lá…
Toma lá, dá cá
Para fechar o espetáculo, o presidente Arthur Rumpel, se abobou todo ao comemorar uma emendinha que veio do deputado Márcio Biolchi. O guri chegou a dizer que os vereadores têm que trabalhar para dar retorno nas urnas para quem manda dinheiro.
É a compra de voto disfarçada de lei, jogada na cara do povo sem o menor pudor. Virou um balcão de negócios: o deputado manda o recurso para garantir o curral eleitoral e o vereador se faz de burro velho para ganhar o milho socado. Projetos de verdade que mudem a vida do cidadão, que é bom, nada.
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