São Pedro do Sul – RS – (Região de Santa Maria) – Um grupo de moradores do interior resolveu bater na porta do Ministério Público nesta terça-feira para reclamar do serviço prestado aos alunos da escola Tito Ferrari. A bronca é grande: os pais afirmam que os filhos estão sendo carregados em veículos caindo aos pedaços, sem segurança e com horários que castigam as crianças.
Perigo no caminho
Os relatos são de dar medo em qualquer pai ou mãe. Segundo as denúncias, os carros cheiram a gasolina e graxa, faltam cintos de segurança e a lotação passa do dobro da capacidade permitida. Em alguns episódios, os estudantes precisaram descer para empurrar o transporte que estragou no meio da estrada. É o tipo de situação que coloca a vida dos jovens em risco por falta de manutenção básica.
Jornada de trabalho
Além do medo de acidentes, a rotina é pesada demais para quem deveria estar focado apenas nos estudos. Tem guri saindo de casa de madrugada e voltando só lá pelas 20h, enfrentando estradas à noite com motoristas que as famílias nem conhecem. O desajuste nas rotas transformou o trajeto escolar em uma verdadeira viagem sem fim.
Falta de acordo
O problema estourou depois que a prefeitura decidiu parar de fazer o transporte dos alunos do estado, alegando que o dinheiro enviado pelo governo não cobria os custos. Sem a parceria, o estado contratou empresas por conta própria, mas o resultado foi o sucateamento visto agora. O vereador Everson Gonçalves acompanhou o grupo e já pediu providências para a 8ª Coordenadoria Regional de Educação para resolver esse descaso.
Redação, João Lemes; Fonte: Gazeta Hoje e Ministério Público 🚌
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